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O que fazer enquanto a morte não chega?

26 de Junho de 2018, 8:11 , por Hemerson Baptista - 1Um comentário | No one following this article yet.
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A pergunta é impactante ao passo que convida à reflexão daqueles que estamos sem esperança.

A política tal como a vivenciamos atualmente está escravizada pelo poder financeiro.

Justamente a política, esta ciência que deveria nortear os humanoides a bem viver em sociedade.

Por isso a inquietude dos ativistas é um alento a rebater o sentimento depressivo exposto na pergunta título.

Que tipo de ação seria mais eficaz para eliminar injustiças sociais?

O poder financeiro, da propriedade privada e da renda altamente concentradas, impede que haja uma economia saudável do ponto de vista humano.

Talvez um caminho promissor seja o cooperativismo, a economia solidária.

Dessa forma se buscaria quebrar os paradigmas do capitalismo que subjuga a política para manter a economia favorável somente ao topo da pirâmide social.

 

 


Fonte: Hemerson Baptista

1Um comentário

  • Liberte se minorBertoni
    30 de Junho de 2018, 11:06

     

    Um dos maiores erros cometidos por parte da esquerda foi acreditar que a tomada do poder político (ganhar o governo) facilitaria o processo de transformação econômica. A história já demonstrou que aqueles que conquistam o poder político, sem ter o poder econômico, acabam transformados em servos do último e, nos casos onde não se submetem aos pesados interesses econômicos, são expulsos do poder político por movimentos mais atrasados e piores para os Trabalhadores, piores até que os derrotados pela esquerda no período anterior.

    Para evitar este desastre sociopolítico é preciso que existam na sociedade forças extremamente organizadas a partir da base e preparadas para fazer com que a economia funcione, capaz de gerar riquezas, segundo novas condições. Em outras palavras é preciso construir poder econômico, tendo os Trabalhadores não só a frente deste processo, mas sujeito dos mesmos. (Escrevemos este parágrafo em 2007, publicado na apresentação do livro Concepção Anarquista de Sindicalismo de autoria de Neno Vasco, o anarco-sindicalista português que traduziu para a língua pátria os versos de A Internacional.)


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